OBJETIVOS
Visualizar através de uma pequena amostra de sangue, o estresse dos ossos, dos músculos, do coração, do fígado, dos rins e dos metabolismos das proteínas, gorduras, açúcares e ácidos nuclêicos, relacionados à modalidade desportiva de cada atleta olímpico. A Monitoração Bioquímico-Hematológica do Condicionamento Físico visa também conhecer a infra-estrutura orgânica de transporte de oxigênio, de defesa celular a microorganismos, do sistema de coagulação e das substâncias bioquímicas envolvidas nos mecanismos oxidativos dos exercícios. E ainda verificar o grau de alto impacto que o corpo recebe e o grau de hidratação orgânica. Tudo isso relacionado ao treinamento do atleta.
IMPORTÂNCIA
Fornece à equipe técnica o conhecimento dos limites máximos individuais do atleta; permite que o atleta mantenha suas funções orgânicas em ordem, conduzindo à 100% de sua performance; evita que o atleta seja afastado para recuperar-se dos diversos tipos de lesões; detecta patologias em sua fase inicial, permitindo um rápido tratamento; prolonga o tempo de vida do indivíduo como atleta e outras importantes ajudas que serão conhecidas no decorrer da Monitoração.
METODOLOGIA
A rotina de trabalho da Bioquímica do Esporte é montada objetivando ter o maior número de informações possíveis, de como estão reagindo as células do corpo humano aos trabalhos físicos aplicados à alimentação em uso, à hidratação e/ou às condutas adotadas para minimizar as alterações fisiológicas detectadas anteriormente. Sendo assim, o número de monitorações vai oscilar de acordo com:
1. Resultados apresentados na monitoração anterior. 2. Conhecimento que se deseja obter das reações orgânicas a cada micro ciclo de treinamento. 3. Conhecimento que se deseja obter das alterações bioquímicas resultantes do esquema nutricional adotado.
Em nossas pesquisas constatamos que devem ser efetuadas, no mínimo, seis monitorações anualmente. As primeiras quatro monitorações deverão ocorrer no menor intervalo de tempo possível, pois é a partir da quarta monitoração que passamos a conhecer, de maneira mais clara, as tendências orgânicas de cada indivíduo.
Cada momento da MONITORAÇÃO BIOQUÍMICO-HEMATOLÓGICA DO CONDICIONAMENTO FÍSICO é composto por três etapas:
1a– Consulta inicial para coleta da amostra de sangue, da anamnese e dos objetivos;
2a– Análise das variáveis bioquímico-hematológicas (entre 45 e 70 análises diferentes) com metodologia específica e interpretação dos resultados fundamentada num banco de dados construído ao longo de 16 anos de estudos com atletas de alto rendimento e de grupos de controle. O banco de dados contém aproximadamente 600000 análises bioquímico-hematológicas provenientes de mais de 15 000 casos estudados;
3a– Consulta final com emissão de laudo contendo os resultados e a análise de como estão influenciando a performance do cliente, e ainda, as recomendações direcionadas ao atleta e à sua equipe técnica, baseadas nas condutas que ao longo das pesquisas apresentaram, estatisticamente, as maiores incidências de correção das alterações fisiológicas encontradas.
Dr. Alexandre Cosendey
O Dr. Alexandre Elias Cosendey tem 48 anos, é Farmacêutico-Bioquímico pela UFRJ há 26 anos, é especialista em Análises Clínicas pela UFRJ e pela Sociedade Brasileira de Análises Clínicas, é especialista em Biociências Nucleares pela UERJ, é pós-graduado em nível de aperfeiçoamento em Saúde Pública (Sanitarista), pela ENSP / FIOCRUZ, possui os Cursos de Pós-graduação da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais da Aeronáutica e da Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica, e é Mestre em Ciências, com enfoque em Fisiologia do Exercício, pelo Curso de Pós-graduação em Educação Física da Universidade Gama Filho. Atualmente, Doutorando em Educação Física na Universidade Gama Filho.
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